sexta-feira, 1 de junho de 2012
VIENA - ÁUSTRIA
NEO-ABSOLUTISMO. Após as invasões napoleónicas do início do século XIX e de várias convulsões políticas e sociais que se lhes seguiram, inicia-se, em 1848, um novo período de neo-absolutismo com a coroação do jovem imperador Francisco José, então com 18 anos. Durante o seu reinado, o monarca mandou deitar abaixo as muralhas que defendiam a cidade e construir a magnífica avenida., ladeada de monumentos, que constitui hoje o «Ring». Este delimita e circunda a cidade antiga, o bairro central da capital austríaca, primeiro dos 23 bairros que a constituem. Viena é invadida por arquitectos de concepções diferentes, o que se reflecte nos principais edifícios erguidos na época. A Ópera e o «Burgtheater» mostram um misto de Renascimento e classicismo italiano, o parlamento aparenta um estilo que deriva do grego e o município tende para o neogótico.
Viena possui mais de 100 museus, inúmeros monomentos, cafés e pastelarias de charme, ruas ladeadas de belos edifícios antigos (salvo poucas excepções, como o contrastante edifício vidrado da praça de santo Estêvão, a fazer lembrar alguns dos prédios-espelho que cresceram em Lisboa nos últimos anos). Resplandecente é ainda o Danúbio e os seus canais, pejados de pequenas casas encantadoras. Finalmente o parque do Prater, conhecido pelo seu campo de futebol, onde já se jogaram finais europeias e pela emblemática roda gigante, celebrizada do filme «O Terceiro Homem».
Viena é uma cidade abençoada. Extraordinariamente cosmopolita no Verão, é invadida por um incontável número de turistas europeus. Nessa época encontra-se pejada de alemães, holandeses, checos, húngaros, espanhóis, japoneses, portugueses ou noruegueses.
É uma urbe bem estruturada. No entanto, pode ser uma armadilha para o visitante estrangeiro que tente deslocar-se no seu interior de automóvel. A maior parte das ruas é sentido único, e quase não há parques de estacionamento. Resultado: aqueles que não conseguem passear sem levar o carrinho até à porta do destino têm tendência para se perder.
Quem vem de fora autotransportado deve deixar o carro no exterior de Viena, junto a uma estação de metro, como a de Alte Donau, ou de outro meio de transporte. depois, é só adquirir um bilhete de 24 horas, para a Stephenplatz, ponto central da cidade.
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